A situação se agrava com a acusação do ex-secretário Amauri Monge, que afirmou que a gestão municipal reteve recursos que deveriam ser investidos na Educação. Embora o município tenha cumprido formalmente o índice mínimo de investimento, Monge argumenta que os valores não foram efetivamente repassados, resultando em um déficit superior a R$ 100 milhões e transferindo obrigações para o exercício seguinte.
Diante da gravidade das alegações, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) determinou a auditoria com o intuito de verificar a execução orçamentária e financeira dos recursos da Educação, além de identificar possíveis retenções de verbas e os impactos que isso pode ter na operação da rede municipal de ensino. Essa investigação se junta a outras apurações que foram iniciadas após fiscalizações presenciais realizadas recentemente em escolas e em um centro de distribuição da Secretaria Municipal de Educação.