Na quarta-feira, 10 de junho de 2026, o senador Wellington Fagundes (PL) abordou as recentes declarações do deputado estadual Eduardo Botelho (MDB), que insinuaram uma possível desistência de sua candidatura ao Palácio Paiaguás. Em resposta, Wellington afirmou que os rumores mencionados por Botelho não são verdadeiros e que conversas nos bastidores não têm fundamento.
Wellington, em entrevista, revelou que se reuniu com Botelho e com o presidente estadual do PL, Ananias Filho, para discutir o assunto. Ele destacou que a conversa foi motivada por um encontro que teve com Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL. "Eu conversei com o Botelho, eu e o Ananias juntos, hoje à tarde", afirmou o senador.
De acordo com Wellington, o próprio Valdemar Costa Neto lhe assegurou que não há qualquer orientação para a retirada de sua pré-candidatura. "Eu sou testemunho, para dispersar ou anular qualquer conversa nesse sentido. Eu ouvi, ele disse isso", declarou o senador, enfatizando a clareza da situação.
Wellington também mencionou a autorização de Max Russi, do Podemos, para a divulgação de uma gravação que confirma as discussões sobre sua candidatura. "O Ananias já gravou com autorização do Max, e o Max autorizou divulgar. E o Max já disse isso", disse, reforçando sua posição.
Quando questionado se se sentiria incomodado com as especulações em torno de sua candidatura, Wellington adotou uma postura conciliatória. "Na democracia, a gente tem que respeitar todo mundo. Não tem que ficar chateado. As pessoas têm direito de falar, eu não vou ficar questionando quem quer falar", afirmou.
Apesar das declarações de Botelho, o senador expressou seu desejo de manter uma boa relação com o deputado e ressaltou que espera contar com seu apoio nas próximas eleições. "Não, não. Eu quero o apoio dele. Várias eleições juntos, entendeu?", disse Wellington, demonstrando sua intenção de unir forças na disputa.