A Copa do Mundo de 2026 teve seu início nesta quinta-feira, 11 de agosto, às 14h30. Este evento esportivo, conhecido por atrair as maiores audiências do mundo, será realizado em três países: México, Estados Unidos e Canadá. A expectativa é que a competição, que neste ano contará com 48 seleções, seja a maior e mais inclusiva já realizada.
A Federação Internacional de Futebol (Fifa) constatou que na Copa do Mundo do Catar, em 2022, aproximadamente 5 bilhões de pessoas sintonizaram para acompanhar o torneio. A final entre Argentina e França quebrou recordes, alcançando mais de 1,5 bilhão de espectadores, tornando-se a maior audiência esportiva da história. Além disso, o evento digital teve um alcance impressionante, com cerca de 262 bilhões de visualizações em diversas plataformas e quase 6 bilhões de interações.
Gianni Infantino, presidente da Fifa, atribuiu o sucesso da audiência da Copa do Mundo à capacidade do futebol de “unir o mundo”. Essa conexão foi fortemente sentida durante a Copa de 2014 no Brasil, onde o evento não apenas atraiu torcedores aos estádios, mas também promoveu interações culturais nos arredores das cidades-sede.
A edição de 2026 não apenas ampliará a geografia do torneio, mas também realçará a diversidade, uma característica marcante das Copas do Mundo. Com a participação de seleções de diferentes culturas, estilos e histórias, a competição promete proporcionar uma rica troca cultural entre torcedores nos três países anfitriões.
Uma curiosidade da Copa de 2026 é que o jogo de abertura repetirá o confronto entre México e África do Sul, semelhante ao que ocorreu na Copa de 2010. Este será um momento de destaque, sendo a primeira vez que um jogo de abertura é repetido na história do torneio.
Entretanto, a competição também enfrenta desafios. O árbitro Omar Artan, da Somália, teve sua entrada negada Nos Estados Unidos ao chegar ao aeroporto Internacional de Miami, devido a questões de verificação de antecedentes. Esta era a primeira vez que um árbitro somali poderia participar da Copa do Mundo.