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Antônio Joaquim defende Sérgio Ricardo e reafirma legitimidade das fiscalizações do TCE-MT

O conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Antônio Joaquim, saiu em defesa do presidente Sérgio Ricardo, após críticas do ex-governador Mauro Mendes. Joaquim
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O conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), Antônio Joaquim, manifestou apoio à atuação do presidente Sérgio Ricardo, qualificando suas vistorias como um estilo de gestão legítimo. Joaquim enfatizou que o papel fiscalizador do TCE é inegociável, em resposta às críticas do ex-governador do estado, Mauro Mendes, que havia desqualificado as inspeções realizadas em obras de infraestrutura, especificamente na MT-170, chamando-as de "circo" e "papagaiada".

Em sua declaração à imprensa, Antônio Joaquim ressaltou que Sérgio Ricardo detém total autonomia jurídica para efetuar as vistorias. "O presidente tem todo o direito de fazer a fiscalização que ele achar mais adequada", afirmou o conselheiro. Ele ainda acrescentou que, embora possa haver diferentes estilos na fiscalização, a legitimidade das ações de Ricardo não está em discussão.

"É claro que é papel do Tribunal fiscalizar, isso não se discute. Cada um tem um estilo. Ele tem o estilo dele. Eu não sei se eu faria dessa forma, mas ele tem a legitimidade de fazer a fiscalização onde ele quiser", disse Joaquim, buscando assim proteger institucionalmente o TCE-MT em meio ao confronto entre Mendes e Ricardo.

Paralelamente, Sérgio Ricardo também se manifestou publicamente, publicando artigos e concedendo entrevistas nas quais reafirmou que a divulgação das fiscalizações sobre o uso de recursos públicos é um dever constitucional. Ele destacou que o "dever de fiscalizar incomoda", mas reafirmou que não recuará das inspeções presenciais, demonstrando firmeza em sua atuação à frente da Corte de Contas.

A troca de farpas entre Mendes e Ricardo reflete tensões políticas em Mato Grosso, onde a fiscalização e a transparência na gestão pública são temas frequentemente debatidos. A defesa de Joaquim pode ser vista como uma tentativa de estabilizar a imagem do TCE-MT frente a críticas que podem impactar a confiança no órgão e em suas funções.

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