Na manhã de terça-feira, 26 de maio de 2026, Amarildo Nonato foi preso após confessar o assassinato do colega de trabalho, o venezuelano Mario Alexandre Oras Cabraleiros, em um estacionamento localizado em Cuiabá. O crime, que ocorreu na tarde de segunda-feira, 25 de maio, foi relatado por Amarildo ao deixar a Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP). Ele afirmou que se sentiu ameaçado pela vítima, declarando: "Ou era ele ou era eu. Ele me ameaçou".
De acordo com as informações, o desentendimento entre os dois aconteceu no local de trabalho. Durante a discussão, Amarildo teria agredido Mario com um pedaço de madeira, seguido de múltiplos golpes de faca. Após o ato, o autor do crime tentou ocultar a evidência, arrastando o corpo da vítima até um canto do muro do estacionamento e cobrindo-o com entulhos.
O corpo de Mario Alexandre foi encontrado no estacionamento, com sinais de violência e coberto por materiais de construção, o que levou à rápida ação da polícia. Amarildo Nonato foi autuado em flagrante pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver.
Após a prisão, Amarildo foi encaminhado ao Fórum da Capital, onde aguardará a audiência de custódia. O episódio traz à tona questões sobre a violência no ambiente de trabalho e as medidas de segurança que devem ser adotadas para prevenir conflitos entre colegas.
A Delegacia de Homicídios continua a investigar o caso, buscando mais informações sobre o contexto que levou ao desentendimento fatal entre os dois homens.