RENT3: R$ 43,60 ▼ 2,29%
IBOVESPA: 179.639,91pts ▼ 0,43%
VALE3: R$ 76,99 ▼ 2,49%
ITUB4: R$ 42,05 ▼ 1,55%
PETR4: R$ 47,05 ▲ 1,44%
B3SA3: R$ -- --
USD: R$ -- --
EUR: R$ -- --

Homem SE torna réu por feminicídio e ocultação de cadáver em Cuiabá

Jackson Pinto da Silva é acusado de matar e enterrar sua esposa, Nilza Moura de Sousa Antunes, em um caso que envolve interesses patrimoniais e
Foto: RDNEWS

A Justiça de Mato Grosso tornou Jackson Pinto da Silva réu por feminicídio, ocultação de cadáver e comunicação falsa de crime contra sua esposa, Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos. A denúncia foi apresentada pelo promotor de Justiça Rinaldo Ribeiro de Almeida Segundo, da 27ª Promotoria de Justiça Criminal, e tramita na 14ª Vara Criminal de Cuiabá. O crime ocorreu no início de maio de 2026 e foi caracterizado por um contexto de violência doméstica e interesses patrimoniais.

As investigações indicam que o crime foi motivado por questões financeiras, com Jackson adotando medidas para controlar bens da vítima, além de realizar movimentações bancárias em seu benefício. Após cometer o feminicídio, ele transportou o corpo da esposa para outro imóvel, onde, com a ajuda de maquinário contratado sob o pretexto de construção, enterrou o cadáver, configurando assim o crime de ocultação de cadáver.

Além da ocultação, a acusação aponta que Jackson tentou dificultar a investigação ao retirar equipamentos que armazenavam imagens da residência e simular o desaparecimento de Nilza. Ele utilizou o celular da vítima para enviar mensagens a familiares, simulando um sequestro e demandando um pagamento de resgate, e ainda compareceu à Delegacia de Estelionatos para registrar uma ocorrência falsa. Contudo, a versão apresentada foi desmentida por evidências coletadas durante as investigações, o que permitiu a descoberta da dinâmica dos crimes e a localização do corpo.

Durante o registro da ocorrência falsa, a equipe policial levantou suspeitas e fez questionamentos que culminaram na confissão de Jackson sobre o crime. Ele foi detido no local do crime e levado à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde foi interrogado. Em uma declaração, ao sair da Delegacia de Estelionatos, Jackson afirmou que “perdeu a cabeça” e expressou arrependimento.

Investigações adicionais revelaram que o acusado contratou uma empresa de fossa séptica para cavar um buraco de 1,5 a 2 metros de profundidade no quintal da residência localizada no bairro Parque Cuiabá, onde enterrou o corpo de sua esposa. O caso segue em tramitação no Judiciário, aguardando os desdobramentos no Tribunal do Júri, onde Jackson será julgado pelos crimes de que é acusado.

Veja também

CS Mobi solicita aumento de 14% nas tarifas do estacionamento rotativo em Cuiabá

A CS Mobi protocolou um pedido de reajuste de 14% nas tarifas do estacionamento rotativo em Cuiabá, apesar...

Governador Pivetta busca harmonizar relações com Campos em meio a tensões internas

Otaviano Pivetta enfrenta desafios no União Brasil, tentando manter os irmãos Campos no grupo, enquanto Mauro Mendes se...

Imagens de segurança mostram policial aposentado danificando veículos em Cuiabá

Um vídeo que circulou nas redes sociais mostra o policial civil aposentado Luciano Testa, de 56 anos, furando...