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Mauro Mendes comenta dificuldades na reaproximação com irmãos Campos

O ex-governador Mauro Mendes reconheceu a complexidade de uma reconciliação com Jayme e Júlio Campos, destacando seu respeito e o crescimento do União Brasil. Ele
Foto: RDNEWS

O ex-governador Mauro Mendes, filiado ao União Brasil, expressou suas dificuldades em restabelecer laços com o senador Jayme Campos e o deputado estadual Júlio Campos. A tensão entre eles aumentou após declarações recentes sobre a atuação do partido nas eleições de outubro de 2026. Durante a inauguração da nova sede estadual do Republicanos, partido do governador Otaviano Pivetta, Mendes destacou o crescimento do União Brasil e criticou a visão de Jayme sobre a sigla, a qual ele descreveu como "cartorial".

Em resposta às afirmações de Jayme, que questionaram a relevância do União Brasil, Mauro Mendes propôs uma comparação entre os resultados eleitorais da sigla durante sua gestão e os períodos anteriores em que Jayme esteve à frente do partido. Ele enfatizou a quantidade de cargos conquistados na assembleia legislativa e na bancada federal, insinuando que sua gestão teve mais êxito na construção do partido.

Mendes também abordou a possibilidade de uma aliança política, assegurando que em nenhum momento faltou com respeito aos irmãos Campos, mesmo que suas palavras tenham sido consideradas duras. "Vamos observar os próximos acontecimentos, mas eu acho que se você passa uma linha, fica muito difícil retornar", afirmou o ex-governador, negando qualquer desrespeito em relação às pessoas da terceira idade, uma crítica levantada por Jayme.

"Falar que [alguém] tem 80 anos não é desrespeitar ninguém, é falar uma realidade", declarou Mauro, referindo-se a Júlio Campos. Ele se dispôs a discutir as críticas que considera infundadas e reafirmou que a verdadeira resolução do conflito interno só ocorrerá durante as convenções partidárias.

Mauro Mendes finalizou seu raciocínio afirmando que os vencedores das convenções terão a chance de se candidatar a cargos eletivos, seja para deputado estadual, deputado federal ou até mesmo para o Senado. Essa dinâmica, segundo ele, se aplica a todos os membros do União Brasil, incluindo a candidatura ao governo do estado.

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