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Max Russi denuncia ataques virtuais e busca punição para responsáveis

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi, procurou a Polícia Civil após ser alvo de ataques nas redes sociais. Ele defende punições
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O deputado estadual Max Russi, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, revelou em coletiva de imprensa realizada na quarta-feira (20) que procurou a Polícia Civil devido a ataques virtuais que sofreu. Esses ataques estão sendo investigados na Operação Stop Hate, e o parlamentar enfatizou a necessidade de punição para aqueles que disseminam informações ofensivas e mentirosas nas redes sociais. Na visão de Max, a internet não deve ser um espaço livre para ataques pessoais.

Durante sua declaração, Max Russi destacou que os ataques podem afetar qualquer pessoa, alertando que, ao ser alvo de agressões virtuais, ele se sente na obrigação de agir. O deputado enfatizou que a liberdade de expressão não deve ser confundida com a liberdade para atacar sem critérios, afirmando: "Hoje sou eu sendo atacado, amanhã pode ser você, pode ser qualquer um e de forma sem critério nenhum".

As investigações da Polícia Civil, que incluíram mandados de busca e apreensão, revelaram que Max Russi e o prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, estão entre as vítimas de perfis que têm veiculado conteúdos difamatórios. Os investigadores da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) apuram casos de calúnia, injúria e difamação, além de postagens que utilizam inteligência artificial para ridicularizar figuras públicas.

Max Russi afirmou que, embora críticas sejam parte essencial da democracia, as publicações investigadas ultrapassaram os limites aceitáveis. Ele ressaltou que críticas construtivas são bem-vindas, mas que ataques pessoais não devem ser tolerados. "A crítica é importante, mas a gente nunca pode extrapolar isso", declarou o deputado.

Além de se sentir atacado, Russi revelou que os ataques virtuais impactaram sua família e sua trajetória pessoal. "Todo mundo tem família, todo mundo tem filhos, tem uma história construída ao longo da vida. Eu não posso aceitar que qualquer pessoa venha me atacar por mera intenção de prejudicar", afirmou, reforçando o seu compromisso em buscar justiça.

As investigações da Polícia Civil também identificaram postagens que associam um deputado estadual a um suposto "testa de ferro" na Prefeitura de Rondonópolis, além de acusações infundadas contra membros do Executivo municipal. A Justiça já determinou a apreensão de celulares, computadores e mídias digitais dos investigados, além da proibição de novas publicações que envolvam as vítimas mencionadas no inquérito.

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