Na quinta-feira, 04 de junho de 2026, às 19h16, as redes sociais, frequentemente associadas ao bolsonarismo, se tornaram um espaço hostil, onde alguns buscam notoriedade por meio da retórica do ódio. Um exemplo disso é Vinicius Santana, suplente de vereador em Rondonópolis e pré-candidato a deputado federal pelo partido Novo.
Recentemente, Vinicius utilizou suas plataformas virtuais para defender Raquel Mattei, dirigente local do Novo, que se envolveu em uma discussão de trânsito. Raquel alegou estar sendo alvo de perseguição por exibir um adesivo de Flávio Bolsonaro em seu veículo. Em resposta, o suplente de vereador passou a promover um verdadeiro linchamento virtual contra o empresário envolvido na altercação.
Com uma postura provocativa, Vinicius gravou um vídeo em frente à loja do empresário, incitando seus seguidores a não realizarem mais compras no estabelecimento. Durante a gravação, ele acusou o empresário de ser um petista e proferiu a frase: "Todo petista tem que se f*". Tal comportamento reflete a mistura tóxica de ódio e polarização política que o país vem enfrentando.
A atitude de Vinicius Santana é um exemplo claro de como a manipulação e o discurso agressivo estão se tornando comuns na arena política, especialmente nas redes sociais. A polarização, exacerbada por ações como a dele, contribui para um ambiente já carregado de tensões e divisões.
A prática de incitar o ódio e o linchamento virtual não apenas afeta os indivíduos diretamente envolvidos, mas também tem consequências mais amplas para a convivência social, que se torna cada vez mais difícil em um cenário repleto de desconfiança e hostilidade.