Em 26 de maio de 2026, às 15h22, o senador e pré-candidato ao Governo, Wellington Fagundes, reiterou a necessidade de instalação da CPI do Banco Master no Congresso Nacional. Durante sua fala, ele enfatizou que o caso pode se tornar "o maior escândalo do sistema financeiro da história do Brasil".
Fagundes, que já havia assinado a proposta de criação da CPI há meses, relacionou a investigação ao que está sendo apurado sobre fraudes no INSS e sobre empréstimos consignados. Ele destacou que, com a instalação da CPI do INSS, começaram a surgir indícios de ligação entre essas fraudes e o desvio de recursos destinados aos aposentados.
O senador revelou que, a princípio, as investigações indicavam um prejuízo de R$ 2 bilhões aos beneficiários do INSS, mas esse valor aumentou progressivamente. "Hoje, pode chegar a R$ 10 bilhões no desvio dos nossos aposentados. No que diz respeito aos consignados, a quantia pode alcançar R$ 70 bilhões", afirmou Fagundes.
A avaliação do parlamentar é de que a questão do Banco Master deve ser investigada com a devida profundidade, considerando sua magnitude econômica e o impacto no sistema financeiro nacional. "Essa questão do Banco Master, de um modo geral, pode chegar a R$ 1 trilhão", ressaltou.
Além disso, Fagundes criticou o encerramento da CPI do Crime Organizado, que, segundo ele, também abordava questões relacionadas ao Banco Master. O senador expressou seu descontentamento com a maneira como os trabalhos foram finalizados, afirmando que não desejava a conclusão sem que as investigações fossem devidamente concluídas. "O Banco Master também estava envolvido e, infelizmente, por pressão do governo, não se deixou que fosse prorrogada", completou.