Durante uma entrevista no programa Resumo do Dia, exibido pela TV Cuiabá, o deputado Max Russi, que ocupa a presidência da Assembleia Legislativa, expressou sua satisfação com o recente anúncio do governador Otaviano Pivetta, realizado na noite de quinta-feira (28). O governador informou que mais 430 policiais militares serão convocados, uma demanda que foi articulada diretamente pelo parlamentar.
A reunião entre Max Russi e o governador ocorreu na última terça-feira (19), onde o deputado apresentou a necessidade urgente de aumentar o efetivo policial nas cidades do interior do estado. A convocação, conforme o cronograma do governo, inclui 400 soldados e 30 oficiais que serão treinados em oito cidades-polos de Mato Grosso. Cada uma dessas localidades receberá um grupo de 50 policiais, uma estratégia que busca descentralizar a formação e assegurar que os novos profissionais atuem nas regiões onde foram treinados.
Max Russi caracterizou essa convocação como uma conquista significativa, ressaltando a importância do aumento do efetivo nas áreas menos assistidas. Ele comentou sobre sua experiência em percorrer o estado e perceber a demanda por mais segurança, destacando que o governador atendeu a essa reivindicação. "Essa é mais uma luta vitoriosa e uma conquista que me deixou muito feliz", afirmou o deputado.
Além do aspecto técnico e estratégico, o presidente da Casa de Leis também enfatizou a dimensão humana da convocação. Ele lembrou o intenso período de expectativa que os candidatos enfrentaram desde a homologação do concurso. "Quem faz um concurso estuda, se prepara e vive uma agonia e uma angústia muito grandes esperando pelo chamamento", observou Max, ressaltando a importância de não deixar os aprovados sem a oportunidade de atuar.
O deputado finalizou sua fala destacando a determinação dos novos policiais, que estão prontos para assumir suas funções e servir à população, mesmo cientes dos riscos envolvidos. "Eles querem trabalhar, querem servir a nossa sociedade e estão prontos para arriscar as próprias vidas na linha de frente para proteger a população", concluiu Max Russi.