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Investigações na Secretaria de Educação são defendidas por Pivetta dentro da legalidade

Otaviano Pivetta, vice-governador de Mato Grosso, enfatiza a importância da atuação rigorosa dos órgãos de controle nas investigações sobre a Secretaria de Estado de Educação,
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O vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, manifestou apoio à investigação da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), ressaltando a necessidade de que os órgãos responsáveis atuem dentro de suas competências. Tal posicionamento surgiu após o conselheiro Sérgio Ricardo, presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), anunciar a ampliação das investigações relacionadas à compra de materiais didáticos envolvendo prefeituras e a própria Seduc.

Pivetta afirmou que cada órgão de controle tem um papel definido. "Cada qual no seu quadrado. O município tem órgãos de controle para denunciar, tem a Câmara de Vereadores para fiscalizar, tem o Tribunal de Contas, tem o Ministério Público. Não faltam órgãos de controle e fiscalizador", declarou, ao abordar o avanço das apurações em relação ao caixa do Estado.

O vice-governador também destacou a função do TCE em sua missão constitucional de fiscalizar as contas públicas, garantindo que não haverá interferência do governo estadual nas investigações. "O governo não tem nada a esconder e qualquer desvio identificado deve ser punido rigorosamente pela lei", afirmou.

Embora tenha sido questionado sobre a situação específica da Secretaria de Educação de Cuiabá, Pivetta optou por não emitir declarações, reiterando que eventuais irregularidades que venham a ser comprovadas devem resultar em punições para os responsáveis. "Eu espero que esses órgãos de controle funcionem, investiguem e se tiver culpados, que paguem. Eu não tenho nada a declarar sobre o que acontece no município", enfatizou.

A origem da crise remonta à denúncia interna protocolada na semana anterior pelo prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, que apontou graves inconsistências em contratos da gestão do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge. Essa situação gerou um clima de incerteza e exigiu uma resposta eficaz dos órgãos fiscalizadores, que agora têm a missão de investigar as alegações apresentadas.

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