Sábado, 25 de Abril de 2026, 18:15 –
Um cliente acusa a concessionária da GWM, operada pelo Grupo Canopus, em Cuiabá, de vender um veículo zero quilômetro que teria sido batido e repintado antes da entrega. O caso é sustentado por registros como fotos, vídeos, conversas, nota fiscal e um laudo técnico independente.
Segundo o relato, após a compra e o agendamento da entrega, a concessionária informou, um dia antes, que o veículo não havia chegado. No entanto, o cliente afirma ter localizado o carro em uma funilaria da cidade, próxima à Avenida Beira-Rio, onde o automóvel estaria sendo preparado para pintura. Ao conferir o chassi, constatou que era o mesmo descrito na nota fiscal.
Dias depois, o veículo foi entregue, e, ao questionar a situação, o consumidor relata que funcionários negaram o fato inicialmente, recuando apenas após a apresentação de provas.
Após a retirada, uma vistoria cautelar realizada pela DEKRA teria apontado indícios de batida e repintura, incompatíveis com um veículo zero quilômetro. O cliente também relatou danos no interior do carro, possivelmente causados por um animal, o que, segundo ele, pode ter ocorrido enquanto o veículo estava fora da concessionária.
O caso levanta suspeitas de violação ao Código de Defesa do Consumidor, especialmente quanto ao dever de informação, transparência e qualidade do produto. Especialistas apontam que, em situações semelhantes, o consumidor pode exigir a troca do veículo, devolução do valor pago ou abatimento no preço, além de eventual indenização.