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Júlio Campos critica MP-MT e defende fiscalização na Assembleia Legislativa

O deputado estadual Júlio Campos destacou a importância da fiscalização na administração pública e criticou a atuação do Ministério Público Estadual de Mato Grosso, que,
Foto: icon-weather

O deputado estadual Júlio Campos, representante do União, declarou que sua atuação na Assembleia Legislativa não se configura como oposição ao Governo do Estado. Ele enfatizou sua independência e a necessidade de fiscalizar possíveis irregularidades na administração pública. Júlio afirmou que apoiará projetos que sejam do interesse da população, mas que isso não significa que aprovará tudo que for enviado pelo Executivo.

Durante sua fala, o parlamentar expressou críticas à postura atual do Ministério Público Estadual de Mato Grosso (MP-MT), que, conforme ele, estaria "muito parado" diante de questões sérias que afligem o estado. Ele ressaltou que, embora tenha sempre apoiado propostas benéficas, o papel de um deputado vai além de simplesmente aprovar projetos.

"Nunca deixei de votar as boas coisas que o governo mandava aqui, mas também não vou aprovando tudo o que o governo quer. Se tiver alguma coisa errada, é função do deputado não só votar como também fiscalizar essas coisas", declarou.

Júlio Campos elogiou a nova postura do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), sob a liderança do conselheiro Sérgio Ricardo. O deputado, que já exerceu a função de conselheiro na Corte de Contas, mencionou que o órgão agora adota uma abordagem mais vigilante em suas atividades, destacando a transformação ocorrida na gestão atual.

"Eu acho que o Tribunal de Contas do Estado até que enfim acordou. O Tribunal era apenas para analisar papel, prestação de contas no ano seguinte da aplicação do recurso. Hoje, sob a gestão do conselheiro Sérgio Ricardo, o TCE realmente passou a ser um órgão atuante e vigilante", afirmou.

Em contraste, Júlio ressaltou a necessidade de uma postura mais proativa do Ministério Público Estadual, que, segundo ele, perdeu relevância nos últimos anos. Ele pediu que o MP-MT retome sua atuação mais firme em situações críticas no estado, afirmando que a atual inatividade do órgão é preocupante.

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